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Textos com Etiquetas ‘Tarja’

The Queer Eye for the Brazilian Fandom Guy

2, fevereiro, 2011 Sem comentários

Ok, a piadinha do título foi pessima mas a noticia é ótima.

Os escritores Rober Pinheiro e Cris Lasaitis vão organizar a primeira coletânea de literatura fantástica a tratar de um tema muito delicado: a diversidade sexual.

Se aqui no Brasil é novidade, lá fora o cruzamento da literatura fantástica com o ativismo pelo direito da diversidade sexual e de gênero já corre faz tempo. Inclusive com uma premiação de grande prestigio, o James Tiptree, Jr. Award.

No Brasil, chegaram alguns exemplares de excelente qualidade, como o romance ‘A mão esquerda da escuridão’ de Ursula K. Le Guin – relançado pela Aleph recentemente – e vários volumes da série Darkover de Marion Zimmer Bradley, com destaque para a trilogia das Renunciantes.

E o nosso fandom, que passou quase duas décadas sendo praticamente um reduto de homens heterossexuais, foi sendo invadido por pessoas de todos os gostos e convivências, sem vergonha de suas escolhas ou opções.

A publicação de uma coletânea assim, liderada por dois excelentes escritores, celebra essa diversidade. Parabéns à Tarja Editorial pela ousadia.

E destacando: a participação é aberta a todos, todas e tod@s.

Afinal, mashup e Ficção Alternativa é a mesma coisa?

5, outubro, 2010 9 comentários

Não, não é. E por isso, acho que posso dizer que ainda não temos nenhum mashup brasileiro.

(Já começo dizendo que só li um dos cinco novos títulos – 4 pela LeYa/Lua de Papel e 1 da Tarja. Mas me fio na palavra de dois autores e um dos críticos mais renomados da Ficção Fantástica nacional e me permito discordar do querido Romeu Martins)

O que é um mashup?

É um fenômeno bem típico da era digital, mas que vem de longe. O mashup acontece quando se pega dois elementos que se misturam para gerar um terceiro. Há aplicações web assim – há músicas assim. E na literatura, também.

(Nas artes visuais, a colagem é um fenômeno bastante conhecido. Um dos meus primeiros trabalhos profissionais foi na parte iconográfica da Coleção Diogo Barbosa Machado na BN. O abade português, no século XVIII, montou a sua coleção de gravuras de forma bem peculiar: cortava o retrato de um livro, a moldura de outro, o texto de outro e por vezes ainda fazia sequências na mesma página. Infelizmente, não tem as imagens digitalizadas ainda. Vocês podem saber mais sobre os retratos no texto que meu orientador de mestrado escreveu sobre a coleção – infelizmente a versão digital também não tem imagens.)

Saindo um pouco da literatura fantástica, recentemente uma jovem – jovem mesmo, estudante de Ensino Médio – publicou um romance que tornou-se um best seller em dias. A fórmula? Misturar trechos de “blogs, romances autobiográficos e de letras de música pop e hip hop” com muito pouco texto original – menos de 25% da obra, que tem no seu final uma lista com 5 páginas só com as fontes do romance. As acusações de plágio foram respondidas pela autora Helene Hegemann como vindas de quem não entende que na cultura atual, o mais importante é a autenticidade e não a originalidade, e que seu trabalho estaria na mesma linha dos mashups de música e imagem. Convincente? Pros jurados do segundo maior prêmio literário da Alemanha, foi.

Então, o que definiria um mashup literário?

O mashup usa o texto. É uma colagem de duas (ou mais) obras, fazendo uma terceira completamente diferente. Não usa somente o enredo, premissas ou personagens. É uma intervenção no concreto do texto, não no seu subjetivo.

E a diferença para a Ficção Alternativa?

A Ficção Alternativa é quando você dá um rumo diferente a histórias já contadas ou a personagens que já existiam. Por exemplo? ‘O xangô de Baker Street’ do Jô Soares ou ‘Um estudo em esmeralda’ do Neil Gaiman deram uma nova visão ao universo ficcional criado por Conan Doyle. ‘A liga dos cavaleiros extraordinários’ do Alan Moore juntou um monte de personagens de autores e universos ficcionais distintos.

(Diferença básica entre F.A. e fanfic? Se o que você está fazendo utiliza material caído em dominio público ou com autorização dos detentores dos direitos autorais, é F.A. – caso contrário, é fanfic )

O mashup, por definição seria um tipo de Ficção Alternativa. A diferença é: para ser um mashup, a base com o que o escritor trabalha não é somente a trama, mas o texto – como já explicamos lá em cima.

Nesse sentido, o mashup entrou na Ficção Fantástica com Pride and Prejudice and Zombies, já resenhado e comentado aqui. A Quirk continuou, com Sense sensibility and sea monsters e o aguardado Android Karenina, além de Dawn of the dreadfuls, uma prequel para PPZ que não usa textos da Auten e portanto é F.A. e não mashup.

Os textos da LeYa e o livro da Tarja são uma iniciativa louvável, mas não são mashup. Eles partem da trama e não do texto. Mas como o sucesso de PPZ colocou o mashup em evidência e há um desconhecimento da Ficção Alternativa, tudo foi colocado no mesmo saco.

O que é bem injusto, pelo menos no caso do livro que li.

Lucio Manfredi é um velho conhecido do fandom, tendo participado de muitas coletâneas. Ele estava devendo uma obra maior e é bem significativo do senso de humor e da iconoclastia do escritor que sua estreia na seara dos romancistas tenha sido com ‘Dom Casmurro e os discos voadores’ – nem vou dizer que ele entende do assunto.;)

O livro é uma recriação deliciosa do texto de Machado, muito mais que um mero trabalho de colar trechos nas partes certas. Sem querer ser mais realista que o rei, ou mais Machadiano que o Machado, ele dá ao livro um sabor próprio sem se afastar do texto original.

Aliás, eu gostei mais do Bentinho do Lúcio, sendo sincera aqui. Ele mantém a obsessão, a paranóia e o ensimesmamento do original, mas ele é um pouco mais irônico e lúcido. Capitu mantém sua ambiguidade – assim como Escobar.

O conflito principal está lá, mantido. A tensão entre os personagens também. A diferença é que Bentinho suspeita que existam seres de outro planeta rondando o Rio de Janeiro – ou isso ou ele está ficando maluco.

A trama extra-triângulo amoroso é cheia de reviravoltas e pistas falsas. Nem todos são o que parecem ser. Alguns são mais, outros menos – e tem vezes em que se é pego completamente de surpresa.

Uma das melhores coisas do livro são as referências. Nessa época pós-moderna, tem sido muito comum o despachar de referências, citações e chaves secretas que só entendidos podem desvendar, transformando o hábito de ler um numa grande caçada às referências: como se ler fosse algo similar a aqueles passatempos de caça-palavras, em que vence o leitor que conseguir encontrar mais. Lucio consegue manter um equilibrio raro nesse quesito. Há as piadas internas, claro, principalmente com uma das maiores influências do autor, P. K. Dick – mas no geral, autores e ideias se cruzam com a trama de Machado e o texto de Lucio Manfredi de forma fluida, bem alinhavada. Não é necessário (re)conhecê-las ou decifrá-las para apreender o livro como um todo – descobri-las só o torna mais divertido ainda.

No twitter e sempre que perguntado, o autor responde que não usou o texto de Machado, no máximo uns 30% – lendo a obra, não creio que tenha chegado a isso. São pouquissimas as frases ou trechos trazidos diretamente do original, fazendo do livro uma Ficção Alternativa.

O autor de ‘Memórias desmortas’, Pedro Vieira, também sempre definiu seu livro mais como uma Ficção Alternativa do que como mashup – até porque a sua intenção sempre foi de dar uma continuidade à história, mais do que recontá-la.

Conclusão?

Não temos mashups nacionais, apesar da grita dos que levam a literatura a sério demais -exemplo aqui. Temos uma boa safra de Ficção Alternativa direcionada ao público adolescente que tem uma imagem super errada dos clássicos.

Se você se animou com isso e está disposto a pegar algum dos clássicos da literatura portuguesa, taí uma listinha de sugestões feitas no Twitter por Antonio Luiz M. C. da Costa, Cirilo Lemos e moi:

– Eurico, O Ciborgue

– A ilha dos amores zumbis

– A Morgadinha-bruxa dos Canaviais

– As pupilas do Senhor Reitor do Inferno

– Amor de Danação

– A Cidade a Vapor e as Serras.

– Dr. Pessoa, Dom de Campos, Sr. Caieiro e Mr. Reis

– Os EspaçoLusíadas

– O crime de Padre Amaro, o vampiro

– Ilustre Casa de Ramires, com treinamento de highlanders portugueses…


Ficção a Vapor

16, julho, 2009 22 comentários

Peço uns minutinhos de vossa atenção para explicar o novo hype da Ficção Especulativa brasileira. Se você estava se esforçando para ser o novo China Mieville, dançou. Joga fora o conto. Ser weird é coisa do passado. A onda agora é… ser um steamer.

É, eu sei, para variar estamos embarcando na onda 25 anos depois. Mas antes tarde do que nunca, right?

Steampunk é um estilo dentro da Ficção Especulativa em que se reproduz uma Era Vitoriana ucrônica, com avanços tecnológicos baseados no vapor. E vejam bem. A ênfase não é exatamente no Vapor – ou um conto sobre a minha chaleira seria steampunk – mas principalmente no ambiente que envolvia a Londres da segunda metade do século XIX.

Agora, qual o interesse em reviver essa época da história britânica?(Sim, bonitinho, Era Vitoriana foi só nos domínios ingleses…)


A Era Vitoriana compreendeu os anos do longo reinado da rainha Vitória, que governou o Reino Unido entre 1837 e 1901. Até hoje, desperta saudades nos britânicos por ter sido um período de prosperidade – para uma camada populacional bem definida, uma classe média urbana e mercantil que ascendia socialmente – e de grande pujança para o Império Britânico, sobre o qual o Sol nunca se punha. (Ok, a frase original é sobre o Império Espanhol do século XVI, mas está valendo aqui também).

Literariamente, tínhamos dos cínicos cronistas do mundo enfumaçado como Dickens aos românticos crônicos como Tennyson. De um lado, a dura vida cotidiana de órfãos, do outro, a Idade Média adoçada, fundada por Walter Scott, uma época fundadora onde teria nascido o sentimento da nação no meio de justas, torneios e belas donzelas amorosas. E claro, a literatura aventurosa, como a de Robert Louis Stevenson, de piratas e tesouros, ou de H. R. Haggard e Rudyard Kipling, em que as estranhas terras dos domínios britânicos serviam de palco para a aventura de um grande herói.


Porque essa foi também a época das grandes explorações geográficas e dos aventureiros. A Oceania, a África, a Ásia e a América – abaixo do Rio Grande, pelo menos – eram os quintais dos corajosos britânicos, impelidos pelo ímpeto da necessidade de se conhecer o Mundo como um Todo, eliminando as incomodas ‘terras incognitas‘ que ainda apareciam nos mapas. A Sociedade Real de Geografia divulgava alvoroçada os descobrimentos e as novidades em seus boletins, ricamente ilustrados com gravuras de lugares exóticos e mapas o mais precisos que fosse possível. Florestas eram desbravadas, nascentes foram encontradas, tribos foram pacificadas (algumas nem tanto). Souvenirs eram trazidos: cocares, flechas, potes, pigmeus e cabeças tatuadas de maoris.

(Sério. Até uns anos atrás, o Museu da Quinta da Boa Vista tinha duas em exibição. Não estavam mais expostas na última vez que eu fui lá, mas fuçando na internet descobri que o governo da Nova Zelândia vem pedindo desde 2003 aos museus do mundo o repatriamento dessas lembranças macabras. Alguns atenderam, a França não quis abrir precedentes e a cabeça da foto estava em exibição na Bélgica em 2008)


A ciência floresceu. Darwin escrevia sobre bicos de passarinhos ‘galapaguenses’. Faraday quebrava a cabeça tentando entender o magnetismo. E um tal de Charles Babbage começou a pensar em como seria uma máquina que pensasse.

Obviamente, nem tudo eram flores. Havia miséria – a emigração massiva de irlandeses para os Estados Unidos começou por essa época, guerras e conflitos armados grassavam nos domínios. Londres era uma cidade suja e perigosa. Afinal, Jack The Ripper é tão fruto dessa época quando o Dr. Livingstone.

Ok, Ana, valeu pela aula gratuita, mas… e daí?

Vocês prestaram atenção ao que eu disse lá em cima? Steampunk NÃO é sobre vapor. Assim como o cyberpunk não é sobre tecnologia. Ambos são sobre a atitude de uma época.

O século XIX é uma época vista com nostalgia, a quintessência do que a classe média urbana quer dizer quando fala em ‘bons velhos tempos’. Tem fascinado as gerações posteriores que escrevem e sonham com uma época em que um homem – ou uma mulher – valia pelo que realmente era e que valores eram respeitados. Aquela falsa sensação de ‘tudo era perfeito’ que o tempo consegue deixar no senso comum. Logo, o século XX é repleto de referências ao XIX – e muitas já com o toque da tecnologia a vapor que iria caracterizar o steampunk.

O cyberpunk é de certa forma o pai do steam, pelo menos no nome.

Este último, apesar de ter surgido esporadicamente desde a década de 1960, com algumas obras marcantes na década de 1980 (como Os portais de Anubis de Tim Powers), só se consolidou como gênero na obra de Bruce Sterling e William Gibson, The Difference Engine, de 1990. O termo apareceu anteriormente numa carta assinada por K.W. Jeter no prozine Locus em 1987, antecedendo em 3 anos o livro dos dois. O romancista referia-se a um trabalho de sua autoria, de 1979, só que o termo pegou. Porém, até os dois mais famosos pais do cyberpunk adotarem o gênero, o rótulo era usado de forma mais depreciativa. O termo vai aparecer em um título em 1995, com a Steampunk Trilogy de Paul Di Filipo.

A partir daí, o gênero se mostrou ser um campo para escritores inventivos poderem criar máquinas fantásticas e recriar o espírito vitoriano, aventuresco e cortês. Mesmo em obras com tons mais sombrios, os brios cavalheirescos surgem como uma luz na escuridão. O escopo geográfico ampliou-se, passou-se da Inglaterra e seus domínios para o resto desse mundo… e dos outros. Sim, ‘mundos’ a vapor foram concebidos e povoados, sempre mantendo um pezinho na sala de baile da Rainha Vitória.

Mas você provavelmente só ouviu falar de steampunk por culpa de um inglês barbudo que adora reclamar das adaptações de suas obras. Foi com a série A Liga dos Cavalheiros Extraordinários que o steampunk começou a chamar mais atenção. Ele e suas variações, como o dieselpunk de Captain Sky and the World of Tomorrow. O Vapor invadiu diversas vertentes. Desde o RPG Castelo Falkenstein (um favorito da casa) até o anime Steamboy.

E a gente com isso?

A gente realmente tinha pouco a ver com isso. Poucas obras do gênero foram traduzidas no Brasil – aliás, acho que só se você considerar o livro do Powers como steampunk. Talvez parte da trilogia de Phillip Pullmann. Nos quadrinhos, tivemos a Liga de Alan Moore. No RPG, Castelo Falkenstein. Nos cinemas, a coisa foi melhor: os blockbusters chegaram todos aqui – até mesmo As loucas aventuras de James West, infelizmente.

Agora, é de se admirar que um país que nos deu o Barão de Mauá, Augusto Zaluar, D. Pedro II, Santos Dummont… não tenha produzido obras a vapor suficientemente interessantes. Poxa, nosso imperador provavelmente foi o governante mais steampunk de sua época. Seu interesse por gadgets, ciências e novidades era/é notório.

Até esse ano, aconteceram algumas tateadas. Gerson Lodi-Ribeiro, Carlos Orsi Martinho e Octavio Aragão tangenciaram o gênero – os dois primeiros em contos, o último em seu romance, A mão que cria. Mas talvez a primeira obra consciente e declaradamente steampunk do Brasil sejam os quadrinhos de Expresso! de Alexandre Lancaster. O piloto da série foi publicado em um projeto online de curta duração, mas a saga continua, já que novas HQ’s estão previstas e um conto sobre o protagonista vai entrar na primeira coletânea nacional do gênero.


A Tarja Editorial convocou alguns autores – uns experientes, outros novatos – para escrever histórias no mundo do vapor. Dessas, eu li em primeira mão três. Se as demais seguirem a qualidade destas, o livro promete. O lançamento de Steampunk – Histórias de um passado extraordinário será na Fantasticon, dias 25 e 26 de julho.

Agora, é esperar para ver se continuamos na onda do vapor – ou se escolheremos um novo hype literário.

Ah, sim. Faltou falar do trabalho do Conselho Steampunk. Aqui, tratamos do aspecto da produção literária, mas o steampunk é uma tendência que transcende mídia e se torna um estilo de vida. As lojas do Conselho reúnem aficionados pela estética do vapor, que se vestem a caráter e tentam resgatar a essência – mesmo que romantizada – de um tempo que não volta mais.

Links

Steampunk na Wikipedia

Obras steampunk

Coletânea steampunk brasileira

Steamers brasileiros

Tarja: Noite de autografos com promoção!

3, junho, 2009 Sem comentários
Estamos organizando nesse sábado, dia 6 de junho uma grande noite de autógrafos com os autores da Tarja Editorial. Todos os escritores que tiverem disponibilidade nesse dia estarão por lá, autografando seus livros e conversando pessoalmente com seus leitores.
A Tarja Editorial se comprometeu com a venda promocional de todos os seus livros durante o evento, com valores para que ninguém fique sem seu exemplar. Os preços abaixo somente serão válidos no dia do evento e para os que adquirirem seus exemplares durante a noite. Excepcionalmente nesse dia não serão aceitos cartões para a venda no local devido a promoção.
Livros que estarão a venda por R$ 10,00 no evento: Visões de São Paulo (50 autores); Sob a Luz do Abajur (Richard Diegues); De Roswell a Varginha (Renato A. Azevedo); Fome (Tibor Moricz); Paradigmas Volume 1 (13 autores) ; Paradigmas Volume 2 (13 autores) ; Anuário Brasileiro de Literatura Fantástica 2007 (Cesar Silva e Marcello Branco).
Livros que estarão a venda por R$ 15,00 no evento: Fábulas do Tempo e da Eternidade (Cristina Lasaitis); Kara & Kmam (Nazarethe Fonseca); Histórias do Tarô (23 autores); O Protocolo Anúbis (William Goldoni);
Será uma oportunidade única de bater um papo com diversos autores, além de poder adquirir suas obras com descontos fantásticos.
Quando? Dia 6 de junho de 2009, a partir das 18:30 horas.
Onde? No Bardo Batata, Rua Bela Cintra 1.333 em São Paulo.
Como? Chegando, sentando e proseando.
Informações diretamente comigo no e-mail richard@tarjaeditorial.com.br.
===
E atenção!
Além dos livros acima,  Estevão Ribeiro e eu – Ana Cristina Rodrigues – iremos levar nossas mais recentes publicações, o romance ‘Enquanto ele estava morto’ e a coletânea ‘AnaCrônicas’ respectivamente, com um preço especial.

O Richard da Tarja Editorial avisa:

Estamos organizando nesse sábado, dia 6 de junho uma grande noite de autógrafos com os autores da Tarja Editorial. Todos os escritores que tiverem disponibilidade nesse dia estarão por lá, autografando seus livros e conversando pessoalmente com seus leitores.

A Tarja Editorial se comprometeu com a venda promocional de todos os seus livros durante o evento, com valores para que ninguém fique sem seu exemplar. Os preços abaixo somente serão válidos no dia do evento e para os que adquirirem seus exemplares durante a noite. Excepcionalmente nesse dia não serão aceitos cartões para a venda no local devido a promoção.


Livros que estarão a venda por R$ 10,00 no evento: Visões de São Paulo (50 autores); Sob a Luz do Abajur (Richard Diegues); De Roswell a Varginha (Renato A. Azevedo); Fome (Tibor Moricz); Paradigmas Volume 1 (13 autores) ; Paradigmas Volume 2 (13 autores) ; Anuário Brasileiro de Literatura Fantástica 2007 (Cesar Silva e Marcello Branco).


Livros que estarão a venda por R$ 15,00 no evento: Fábulas do Tempo e da Eternidade (Cristina Lasaitis); Kara & Kmam (Nazarethe Fonseca); Histórias do Tarô (23 autores); O Protocolo Anúbis (William Goldoni);


Será uma oportunidade única de bater um papo com diversos autores, além de poder adquirir suas obras com descontos fantásticos.


Quando? Dia 6 de junho de 2009, a partir das 18:30 horas.

Onde? No Bardo Batata, Rua Bela Cintra 1.333 em São Paulo.

Como? Chegando, sentando e proseando.


Informações diretamente comigo no e-mail richard@tarjaeditorial.com.br.



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E atenção!

Além dos livros acima,  Estevão Ribeiro e eu – Ana Cristina Rodrigues – iremos levar nossas mais recentes publicações, o romance ‘Enquanto ele estava morto’ e a coletânea ‘AnaCrônicas’ respectivamente, com um preço especial.

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