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Era uma vez no Estranho Oeste…

Levanta aí a mão quem NUNCA viu um filme de “faroeste’.

Pode abaixar você aí, que eu sei que não é verdade.

Pelo menos uma vez na vida todo mundo já viu. Nem que tenha sido um capitulo daquela novela de muito ”sucesso” com a Fernanda Lima como protagonista.

O bom de Western – o nome do gênero que todo mundo gosta de chamar de bangue-bangue – é a misturada que se pode fazer. Fantasmas, aliens, zumbis, vampiros, fadas, máquinas a vapor – do steampunk à fantasia urbana, tudo pode acontecer no Velho Oeste.

E apesar da conquista da fronteira ser um tema muito caro aos EUA, a cultura pop adotou o faroeste como forma de expressar o eterno duelo Bem x Mal e o espalhou pelo mundo. Mesmo no Brasil, vários exemplos podem ser encontrados: desde a novela citada acima até os livrinhos de bolso do escritor Ryoko Inoue, vendidos em banca com diversos pseudônimos.

Demorou para a literatura fantástica absorver essa influência e colocá-la em prática aqui. Com a abertura para o século XIX feita com o sucesso do steampunk, a prática começou a aparecer e já temos três exemplos.

A editora Draco apostou no terceiro romance de Tibor Moricz, O Peregrino – o único romance da leva. A referência aos filmes de Western dessa aventura com toques steampunk pode ser vista na bela capa de Erick Santos.

Já as editoras Argonautas e Estronho apostaram em popular seu Oeste com vários escritores nas antologias Sagas 2 – Estranho Oeste e Cursed City. M.D. Amado é o único nome que se repete no elenco de participantes, compondo um painel variado e bem diversificado, contemplando escritores iniciantes e outros com uma estrada mais longa.

As duas antologias estão com eventos de lançamento marcados. Apareçam por lá e entrem no Estranho Oeste.

  1. 2, maio, 2011 em 18:17 | #1

    O único filme “de faroeste” que vi no cinema foi “As Loucas Aventuras de James West”, eu juro. Fora isso, só vi os seriados Rin-tin-tin e Bat Masterson na tevê, quando criança.

  2. 2, maio, 2011 em 18:26 | #2

    Ficou muito linda a capa de Sagas 2 do Argonautas!

    Estou curioso para ver como eles vão ambientar este “Estranho Oeste”, pois é algo que tenho bastante interesse. Apesar de ser uma cultura um tanto quanto anômala ao Brasil (a não ser que você pense no cangaço ou nos farroupilhas, tivemos poucos movimentos desse sentido no país). Mas, sem dúvidas, é um universo muito amplo e gostoso de se trabalhar.

    Ficarei atento para comprar essas antologias…

  3. 2, maio, 2011 em 18:53 | #3

    Obrigado pela citação, Ana.

  4. 3, maio, 2011 em 00:41 | #4

    Eu esqueci de citar a HQ ‘Bando de Dois’ do Danilo Beyruth, que se passa no cangaço mas com a estetica do Western. Vale a pena conferir.

  5. 3, maio, 2011 em 08:21 | #5

    Assisti vários, por que meu pai é fã!

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